Publicado por Ana Farias em 16.jun.2017

Vem ai… O mínimo para viver

Quando vimos o trailer desse filme, pensamos “ótimo, precisamos falar disso, sim. ah, mas vão ter críticas do mesmo jeito que 13RW, dizendo que estão ensinando como fazer”. Não sei se será isso, até porque certeza esse não é o objetivo do filme, da mesma forma que não era o objetivo do seriado. A grande questão talvez não seja que mais uma vez estamos tocando na feriada da nossa sociedade?

Basicamente, da mesma forma de 13RW aborda várias coisas invisíveis e que ninguém fala para não constranger o outro ou a si mesmo, o filme aborda o assunto para que as pessoas se sintam confortáveis em fazer o mesmo. É claro que isso não é algo simples, se você conhece alguém que sofra sabe bem disso. Se não conhece, temos exemplos em filmes e séries como isso pode acontecer sem ser dito abertamente, mesmo que seja conhecido. Um bom exemplo disso, Gossip Girl, a Blair sofre com isso e a maioria das pessoas que convivem com ela ignoram qualquer sinal de recaída, salvo a Serena.

O site Huffpost Brasil trouxe uma publicação crítica sobre o filme, a autora em um ponto chega a comparar o transtorno ao alcoolismo, podemos até estar com uma linha de pensamento errada, mas são vertentes diferentes ao nosso ver. Sem querer debater muito, até porque falar sobre algo que não assistimos ainda é errado, para gente a grande questão das críticas são esses extremismos. Precisamos pensar para quem é o filme e o que querem. É prevenção? É direcionado aos que convivem com quem sofre?

Plantamos aqui a curiosidade e aguardamos vocês depois para conversar sobre o filme, que tem estréia prevista para 14 de julho!

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