Publicado por Ana Farias em 21.ago.2018

“Síndrome de Poliana”

Esse lance de “Síndrome de Poliana” sempre foi algo que eu tentei utilizar na minha vida desde pequena, meu irmão tem uma amigo que fala isso inclusive “fulano e essa síndrome de Poliana” e eu sempre dei risada, porque ainda que eu não use essa frase eu sempre soltei “mas, olha o lado positivo disso…” minha referência no caso eram mais alguns personagens das minhas séries favoritas.

Por mais que você tenha lido o livro “Poliana” em alguma fase da sua vida, que você entenda a razão de existir esse hábito de tentar ver o lado bom das coisas, mesmo quando algo ruim acontece, quando você é criança relacionar esse hábito com o efeito que proporciona não fica tão evidente. Acho que esse costume começou a ter real sentido quando em uma entrevista a Selena falou, nem sempre tudo vai dar certo na nossa vida, podemos ver uma coisa ruim e desistir, ou podemos seguir em frente e aprender algo com essas coisas ruins e/ou nossos erros.

Parece até bem utópico falar assim, mas já pensaram nessa fala dela de verdade? Relacionando com as coisas que aconteceram na trajetória de vida que vocês estão traçando? Se não, escrevam em um post-it colem na parede do seu quarto, na porta do armário… em qualquer lugar que faça com que você se lembre que como a Taylor diz… “você não é a opinião dos que não te conhecem ou um produto dos seus erros. Você é um produto das lições que você aprendeu.

Estar assistindo As Aventuras de Poliana me fez recordar esse hábito e tentar, na medida do possível, colocá-lo em prática. Principalmente nas pequenas coisas ruins que acontecem no nosso dia-a-dia e que acabam muitas vezes tendo peso maior do que deveriam. Quando somos adultos pensar simples parece algo tão complicado. Muitas vezes ficamos cegos por algo ter dado errado ou mesmo não ter saído como esperávamos que deixamos de acreditar nas possibilidades. Acho que essa é a importância de tentar ver o lado bom das coisas.

Pensar que tudo na vida tem um lado bom é meio que encontrar uma forma de nunca deixar de acreditar. De não perder o brilho no olho para continuar buscando algo que acreditamos. O que nem sempre é fácil, mas faz com que a gente encontre forças para seguir. Por mais que tudo pareça cinza e sem vida, é possível ver algo colorido e positivo se a gente olhar com carinho 

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