Publicado por Ana Farias em 18.jan.2014

Presente Professora!

87Novembro

95,9% dos estudantes da rede pública cuja família recebe o Bolsa Família cumpriram a frequência escolar mínima

Há quem apoie e há os que não apoiem, mas todos deveriam concordar que alguns benefícios aconteceram depois que esse projeto foi implantado. Esse levantamento foi divulgado no último mês e tem relação com os meses de outubro e novembro de 2013. Ainda que o programa não seja o ideal, que ainda exista os que se aproveitam desse projeto, a frenquência por parte de quem participa do projeto é superior à média registrada pelos alunos da rede pública que não são atendidos pelo programa.

Os brasileiros precisam entender que a educação “é o caminho mais curto para garantir um futuro melhor para seus filhos”. Para permanecer no programa, os estudantes que possuem idade de 6 a 15 anos devem ter, no mínimo, 85% de frequência. Já os jovens de 16 e 17 anos precisam estar presentes em, no mínimo, 75% das aulas.

Exigir frequência é apenas uma troca. Se as famílias recebem as bolsas, as crianças e adolescentes precisam comparecer a escola. Frequentar a escola para não perder essa ajuda de custos é como uma forma de garantir que a informação, que pelo menos uma parte da população menos favorecida tenha acesso à algo que é um direito, a educação. O maior índice de frequência escolar no ano passado foi registrado por estudantes das regiões Norte e Nordeste, com 97,7% e 97,5% de frequência, respectivamente.

O levantamento, que aponta esses dados, é feito bimestralmente pelo Ministério da Educação com apoio do MDS e das áreas de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal. Já os dados divulgados, porém, não se referem a todos os estudantes de famílias que recebem o Bolsa Família, já que o acompanhamento da frequência é feito atualmente com 92,2% do total dos alunos. Ou seja, dos 17,4 milhões de estudantes beneficiários, 16 milhões tiveram as informações de frequência cadastradas.

Fonte.

DEIXE SEU COMENTÁRIO