end alz site Ontem apresentamos aqui o movimento que fez com que a gente resolvesse abordar o tema ALZHEIMER para vocês. Hoje, o post é totalmente explicativo, isso mesmo, vamos comentar um pouco e tentar entender a doença. Afinal, compartilhar conhecimento é aprender. Vamos tentar explicar de forma simples, assim todos que passam por aqui vão conseguir entender. A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”. A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Ainda hoje não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas já são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença.

As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com

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redução progressiva do volume cerebral. Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença. As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas. Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico, infelizmente. Quem quiser continuar acompanhando as novidades sobre a doença, é só visitar o site da ABRA.

Ana Farias postou isto no dia 06 de outubro de 2014.


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