Publicado por Ana Farias em 26.jun.2018

O peso do celular no nosso dia-a-dia

Esses dias assistindo As aventuras de Poliana, na cena que retrata como é o recreio nas escolas atualmente uma cena chamou muito a minha atenção.. a menina que cresceu sem ter acesso essas tecnologias estranha no momento em que seria de diversão todos estarem vidrados na tela do aparelho e ninguém conversar um com os outros nos corredores.
Na última semana passeando por sites me deparei com um link que me fez pensar sobre isso mais uma vez. A matéria reproduzia a tarefa escolar de alunos da segunda série do ensino fundamental de uma escola americana, que seri o terceiro ano nessa nova organização das escolas brasileiras, que questionavam os pais estarem por tanto tempo usando o telefone.

Quando uma criança acha que a pior invenção é o celular pelo fato de não receber atenção de seus pais por eles estarem sempre com o aparelho em mãos temos realmente um problema. Nesses momentos é que percebemos o quanto hábitos simples podem influenciar no comportamento das pessoas. Por isso o acompanhamento escolar é tão necessário. Depois da família, o melhor termômetro para perceber como está o desenvolvimento das crianças e adolescentes é a escola e as relações que são construídas ali. Essas ponderações infantis fazem a gente repensar até que ponto uma criança ser tão tecnológica hoje é positivo?

Não sei quantos de vocês convivem com crianças, mas pensem se por acaso essa questão de tempo no telefone não é um problema? É como se a discussão de tempo no vídeo game tivesse ganhado uma nova proporção. Só que acaba sendo negativa porque agora atinge os pais também.

Indo nessa vibe de convivência com crianças a gente deixa aqui a indicação de uma mãe tão incrível que desde a primeira gestação proporcionou um espaço de troca para a sua primogênita e ensinou tanto. Os vídeos da Flávia Rubim mostram a importância de dar a liberdade para perceber quando é necessário ensinar determinadas coisas pelo simples fato de acreditar que as necessidades são nada mais nada menos que as descobertas da criança respeitando a sua própria individualidade. (separamos uma playlist para vocês entenderem do que se trata)

Então se você convive com crianças, direta ou indiretamente, comece a dar oportunidade para que elas mostrem o que querem e se o pedido precisar receber o não, pense nas palavras que usar.

Lembrem-se que as crianças e adolescentes com os quais convivemos hoje são a geração que tomará as decisões importantes em um futuro próximo, por isso a preocupação com a formação desse indivíduo deve ser uma prioridade

 

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