Publicado por Vic Medeiros em 18.jan.2018

O fim do entre ‘Meninos e Meninas’

Desde que nos conhecemos por crianças sempre tivemos aquela ideologia de que existiam os tais brinquedos de meninos e meninas. ISSO NÃO EXISTE! E finalmente começamos a ter espaços para essa discussão.

Tanto temos espaço que as crianças cheias de atitudes da nossa sociedade hoje de forma simples começa a pedir que os aceitem, e principalmente, os respeitem. Algo que não deveria nem precisar ser pedido, no caso, deveria acontecer naturalmente.

Em 2009 a Mattel (marca registrada das bonecas Barbies e outros brinquedos mais) lançou, Trichelle e Vanessa, as primeiras bonecas negras da linha de produtos da loira e esbelta Barbie. Isso foi um salto para que acabacemos com aquela imagem que tínhamos em nossas mentes, de que para uma mulher ou menina ser “perfeita”. O mesmo vale para o “Ken” que representa um cara forte, musculoso e cheio de perfeccionismo. Não é assim que o mundo precisa ver os meninos.

Lembro de uma entrevista que a Troian Bellisario comentou “nem a mulher da capa da revista se parece com a mulher da capa da revista”. O que é verdade, vivemos em busca de uma perfeição (que não existe) para agradar a sociedade, que nunca está satisfeita, e em consequência, vivemos infelizes.

A boneca que virou parâmetro de beleza e, mais recentemente, esteve no epicentro de discussões sobre inclusão social se uniu a um artista plástico e chegou ao universo das coloridas Drag Queens.

A revista norte-americana Cosmopolitan exibiu o trabalho do artista plástico Mark Jonathanque transformou as bonecas da Mattel nas drag queens do programa Ru Paul’s Drag Race – um programa exibido no Brasil no canais fechados Multishow, VH1 e Comedy Central. O trabalho ficou incrível.

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