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Acredito que a maioria que passe por aqui tenha uma vida quase que 100% urbana, isso é bom? Ruim? Tudo depende do que fazemos, como fazemos, ou seja, das nossas atitudes. E quando falamos de atitudes, nós estamos falando das relacionadas com a sociedade e, principalmente, a sustentabilidade. Sobre a necessidade de existir esse pensamento? Há tempos, a humanidade se distanciou da natureza a ponto de se julgar um ser autossuficiente e independente do meio ambiente. O que não é verdade, é só parar e pensar sobre a origem dos nossos alimentos.

É preciso resgatar o elo perdido… reconhecer que todos enfrentamos os mesmos desafios e estamos conectados e unidos por um objetivo comum de uma vida próspera e sustentável no planeta. Por isso, hoje e na próxima quinta-feira estaremos postando aqui DEZ SINAIS de que o planeta está passando por maus bocados e de que a humanidade pode ser tão culpada quanto vítima dessa transição.

1. VIVEMOS NUM SÉCULO FEBRIL
Treze dos 14 anos mais quentes já registrados na história ocorreram no século 21. E quem discorda quando enfrentamos a cada ano verões mais quentes e invernos cada vez mais frios. No ano passado até nevar nevou no sul do nosso país.

2. A VIDA MARINHA SUFOCA
Atualmente, existem cerca de 500 zonas mortas no mundo, que cobrem mais de 245 mil quilômetros quadrados, quase a superfície inteira do Reino Unido. São zonas litorâneas onde a vida marinha foi praticamente sufocada pela poluição.

3. RESPIRAMOS DE MAL A PIOR
A poluição do ar nas grandes cidades tem alcançado níveis nada seguros para a saúde humana. No Brasil, a concentração média de poluentes em suspensão no ar é de 40 microgramas por metro cúbico (mg/m³), o dobro do nível considerado seguro.

4. MUITOS MORREM PELO QUE NÃO TÊM
A cada 20 segundos, uma criança morre de doenças diarreicas, em grande parte evitáveis por meio de saneamento adequado, melhor higiene e acesso à água segura. Todos os anos, 3,5 milhões de pessoas morrem no mundo por problemas relacionados ao fornecimento inadequado da água, à falta de saneamento e ausência de políticas de higiene, segundo a ONU.

5. OUTROS MATAM O QUE TÊM
Em meio à poluição atmosférica que assola a China, o país enfrenta outra crise ambiental silenciosa e, muitas vezes, invisível: a contaminação das águas subterrâneas. Quase 60% delas estão poluídas, segundo estudo estatal divulgado pela agência Xinhua. A qualidade da água subterrânea foi classificada como “relativamente pobre” em 43,9% das regiões analisadas e “muito ruim” em outras 15,7%.

6. É PARA BEBER OU GERAR ENERGIA?
Os recursos hídricos estão sob pressão para atender a crescente demanda global por energia. No total, a produção de energia é responsável por 15% de retirada de água do Planeta. Mas esse número está aumentando e, em 2035, o crescimento populacional, a urbanização e o aumento do consumo prometem empurrar o consumo de água para geração de energia até 20%. Recursos hídricos em declínio já estão afetando muitas partes do mundo e 20% de todos os aquíferos já são considerados sobreexplorados. São muitas funções para um único item, não?

7. SOFREMOS DESASTRES HISTÓRICOS
Eventos extremos, como secas e cheias, se mostram cada vez mais recorrentes e violentos, quebrando todos os recordes. Há um ano, a Europa central enfrentava a pior cheia de sua história, enquanto o Nordeste brasileiro sofria com a pior seca em mais de meio século. Neste ano, a cheia do século castigou Sérvia e Bósnia, e por aqui, o Rio Madeira atingiu seu maior nível em décadas. Já passou da hora de começarmos a agir.

8. PERDEM OS RICOS
Os países ricos e emergentes acumulam nada menos do que US$ 1,5 trilhão em perdas econômicas e danos provocados por desastres naturais na última década, segundo um relatório da OCDE. Sem uma ação imediata, estes custos podem subir ainda mais devido às mudanças climáticas. Para reduzir as perdas no futuro, os países precisam investir em resiliência e aumentar sua capacidade de resistir a choques e estresses.

9. PERDEM OS POBRES E FAMINTOS
A escalada dos preços dos alimentos é uma questão de vida e morte para as populações que vivem em países em desenvolvimento e que gastam até 75% de sua renda para conseguir comer. Como se não bastasse, os mais pobres também são os mais afetados pelos extremos do clima, uma vez que seus países estão menos preparados para lidar com essas alterações.

10. ENQUANTO 1/3 DA COMIDA VIRA LIXO
Um terço dos alimentos produzidos no mundo não são consumidos, o que se traduz no desperdício de até 2 bilhões de toneladas de comida por ano. Segundo o relatório “Global Food; Waste not, Want not”, o desperdício é fruto de condições inadequadas de armazenamento e transporte, adoção de prazos de validade curtos, ou compra excessiva por parte dos consumidores. Outro problema é a preferência dos supermercados por alimentos “perfeitos” em termos de formato, cor e tamanho.

Ana Farias postou isto no dia 24 de junho de 2014.


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