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Acho que hoje todo mundo passa pelo menos 5 minutos na internet, seja no seu próprio computador ou no celular. Mesmo com o acesso tendo aumentado, poucos possuem foco e usam a internet para aquelas coisas que realmente são importante, úteis. Uma das razões para termos iniciado o SGFFC foi tentar mostrar ações sociais para os Selenators que já ficam online com frequência. Fizemos o que ouvimos desde sempre das pessoas… unimos o útil – solidariedade – ao agradável – SELENA GOMEZ. Nosso trabalho pode até não ter alcançado todos os nosso objetivos, ainda, mas conseguimos compartilhar muitas ações positivas e melhor, gerar mudanças.

Hoje o nosso governo, por exemplo, estuda formas de impulsionar a inclusão digital nas escolas e centros de pesquisa e de garantir internet de alta performance nos hospitais universitários. Afinal a qualidade da internet tem influência totalmente direta quanto ao que podemos fazer online. Ainda mais quando se trata de pesquisas. Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e das Comunicações, Paulo Bernardo, reuniram-se no último dia 8 e devem ter as metas definidas até o fim do mês. Encontros assim podem garantir o direto de acesso igualitário, sem diferenças tão visíveis.

“O governo quer fazer uma revolução na área da educação e, para isso, ter comunicação, ter tecnologia da comunicação, é absolutamente imprescindível”, disse Paulo Bernardo. O ministro explicou que, no caso das escolas, a velocidade da internet deve variar de acordo com o porte da instituição. “Em uma escola com 500 alunos, pode ser que precise de 40 megas; uma com 2 mil alunos pode precisar de 150 megas”, disse ele.

Uma velocidade de maior qualidade vai facilitar o trabalho dos estudantes as pesquisas e trabalhos, e para os professores durante as pesquisas feitas para aulas e até mesmo seus próprios estudos. de uma forma ou de outra é uma maneira de melhorar a educação, porque existe maiores fontes de pesquisas. Quanto ao plano de garantir internet de alta performance nos hospitais universitários, para permitir cirurgias por telemedicina, foi destacado na reunião. “Nos hospitais universitários nos disseram que precisam de alta performance como 5 gigas para fazer transmissão com imagem de altíssima definição e, além disso, tem que ter duas redes pelo menos, porque não pode cair”, explicou.

O que a gente mais espera nesse momento, que todas essas ações saiam realmente do papel. Que pelo menos aconteçam em locais de maior necessidade, e não só nos maiores centros urbanos do país.

Fonte.

Ana Farias postou isto no dia 14 de janeiro de 2014.


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