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Hoje em dia o acesso à internet está cada vez mais comum. E cada dia mais cedo. É manter os pequenos fora do mundo virtual está cada dia mais difícil, por isso pensar na proteção dos pequenos é importante. Visitando o site da ONU descobrimos que o UNICEF e a União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançaram um guia de orientação que aborda os perigos que crianças e adolescentes podem encontrar no mundo virtual.

O documento também oferece estratégias para capacitá-los e sensibilizá-los sobre os mecanismos de proteção existentes. “A revolução da comunicação online tem criado tremendas oportunidades para os jovens de hoje, mas, ao mesmo tempo, criaram uma exposição para novos riscos no ciberespaço”, disse o secretário-geral da UIT, Hamadoun I. Touré. É importante mostrar que nem tudo é um mar de rosas como as pessoas dizem, há perigo. Não se pode falar tudo na rede, clicar em tudo que vemos. Se adultos caem em coisas indevidas, imagina o que não pode acontecer com crianças. “Apesar das iniciativas locais e nacionais terem a sua importância, a Internet não conhece fronteiras e a cooperação internacional será a chave do sucesso para ganhar as batalhas futuras”.

Preparadas em conjunto com a iniciativa de Proteção de Crianças Online, as diretrizes respondem aos avanços substancias em tecnologia para avaliar e responder às necessidades das crianças conectadas à Internet, podendo, elas mesmo, “ajudar a ganhar essa luta contra o cibercrime e as ameaças cibernéticas”, disse Touré. A seção “dicas inteligentes” oferece um passo a passo sobre como podem proteger sua privacidade na rede e alerta sobre aceitar pessoas estranhas como amigas ou encontrá-las no mundo real.

As “Diretrizes para a Indústria sobre a Proteção de Crianças Online” também fornecem conselhos sobre como a indústria da tecnologia de informação e comunicação (TIC) – que desenvolve, fornece e produz produtos neste contexto – pode ajudar a promover mais segurança para as crianças e adolescentes online, assim como orientações sobre como garantir uma cidadania digital responsável, aprendizagem e participação cívica. Não sei vocês, mas nós achamos essa iniciativa ótima. A internet busca inclusão, mas essa inclusão deve ser feita de forma segura.

Fonte – ONU Brasil

Ana Farias postou isto no dia 16 de setembro de 2014.


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