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Uma nova onda de violência se espalha entre Israel e Palestina, e mais crianças foram mortas. Não basta apenas pedir mais um cessar-fogo. É hora de uma ação pacífica para acabar com esse pesadelo de décadas. Nossa ajuda pode até parecer simples, mas ela pode SIM trazer efeitos, nós juntos estamos apenas pedindo não aos investimentos nesse conflito!

Talvez não pareça que esse tipo de ação acabe com a matança atual, mas a história nos ensina que aumentar o custo financeiro da opressão pode abrir o caminho para a paz. Clique para pressionar os 6 principais bancos, fundos de pensão e negócios com investimentos em Israel a retirarem tais investimentos. Se cada um de nós tomar essa atitude agora e ajudar a fazer pressão, eles poderão retroceder, a economia de Israel vai sofrer um impacto e poderemos derrubar os extremistas que lucram politicamente com essa situação infernal.

Nas últimas seis semanas, três adolescentes israelenses foram mortos na Cisjordânia, um garoto palestino foi queimado vivo, e um jovem americano foi brutalmente espancado pela polícia de Israel. Esses são apenas alguns exemplos. Dezenas, se não centenas, de crianças de Gaza já foram mortas em ataques aéreos feitos pelo exército de Israel. Isso não é um “conflito do Oriente Médio”, mas sim uma guerra contra as crianças. E estamos nos tornando insensíveis a essa vergonha global.

A ocupação de territórios após uma guerra acontece com frequência. Mas nenhuma ocupação militar pode se transformar numa tirania de décadas, apenas alimentando e dando força aos extremistas que usam o terrorismo contra inocentes. E quem sofre? A maioria das famílias em ambos os lados que anseiam apenas por liberdade e paz. Essa campanha não é anti-Israel, trata-se da estratégia de não-violência mais poderosa para acabar com o ciclo de violência, garantir a segurança de Israel e alcançar a libertação da Palestina. O mundo precisa agir ou o custo disso será insuportável.

Assinar essa petição é mostrar interesse, responsabilidade e preocupação por todos os inocentes que estão sofrendo. Se criarmos o maior apelo global da história para que essas empresas retirem seus investimentos em negócios ligados à ocupação, vamos mostrar claramente que o mundo não será mais cúmplice deste derramamento de sangue. O povo palestino está pedindo ao mundo que apoiemos essa solução e israelenses progressistas também a apoiam. Vamos nos juntar a eles:

As crianças são as mais afetadas pelo agravamento da violência em Gaza e em Israel, com pelo menos 33 vítimas fatais em Gaza, nos últimos dias, e centenas de outras feridas.
Nenhuma criança deveria sofrer as terríveis consequências desse tipo violência.
A violência tem um custo muito elevado sobre as crianças, tanto física quanto psicologicamente, tendo implicações alarmantes para as futuras possibilidades de paz, estabilidade e entendimento. Frequentemente, as crianças que testemunham esse tipo de violência, e passam a considerá-la como “normal”, têm grande possibilidade de repeti-la mais tarde em sua vida.
A equipe do UNICEF na região tem conversado com as famílias, descrevendo o impacto emocional profundo que a violência atual tem sobre as crianças, que não estão dormindo bem ou têm pesadelos, que pararam de comer, e que estão demostrando sintomas do sofrimento psicológico que estão vivendo.
Diante da possibilidade de uma escalada de violência ainda maior, o UNICEF junta-se ao Conselho de Segurança da ONU para pedir, com urgência, que ambos os lados envolvidos no conflito protejam os civis, não só em nome da paz, mas também em nome das crianças que estão sofrendo os piores efeitos do atual estado de violência.

Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF.
(Nova Iorque, 13 de julho de 2014)

Fonte – UNICEF BR & Avaaz

Ana Farias postou isto no dia 26 de julho de 2014.


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