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Tem um tempinho que não compartilhamos com vocês matérias sobre o trabalho do UNICEF. Provavelmente a última vez que postamos aqui algo foi relacionado aos problemas com aos refugiados da Síria. Infelizmente o assunto ainda é o mesmo hoje. Porque a violência continua. Porque o número de deslocados e refugiados segue aumentando. Precisamos continuar compartilhando essa situação, só assim podemos conseguir possíveis melhorias.

Enquanto a violência flagela a Síria e outros países da região, um número recorde de crianças deslocadas está procurando refúgio na Europa, o que as coloca ainda em maior risco, devido ao perigo que a travessia do Mediterrâneo representa e à incerteza quanto ao que as espera nos países de acolhimento. Visto que na “estação dos barcos” o número de pessoas que tentam a sua sorte para chegar à Europa aumenta, espera-se que aumente também o número de crianças refugiadas.

As crianças refugiadas, muitas delas desacompanhadas, são muitas vezes detidas em condições que não são seguras ou adequadas. Elas são também muito mais vulneráveis a abuso, exploração e outras violações dos seus direitos.

Toda criança tem direito a proteção conforme estabelecido na Convenção sobre os Direitos da Criança; poucas precisam tanto dessa proteção quanto as crianças refugiadas. No Dia Mundial do Refugiado (20 de Junho), o UNICEF pediu aos governos para que proporcionem à criança refugiada os mesmos cuidados, serviços, dignidade e proteção que são devidos a todas as outras crianças.

Sem ter qualquer espécie de culpa, essas crianças já passaram por traumas que ultrapassam a capacidade de qualquer pessoa; ao procurar um porto seguro, elas deveriam receber exatamente isso.

O UNICEF promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Nós no nosso país possuímos uma Estatuto que prioriza as necessidades e direitos de toda a criança e adolescente. Infelizmente isso não acontece ou existe no mundo inteiro. Infelizmente isso não acontece na Síria. O que podemos fazer para ajudar? Lutar para que esse assunto não caia no esquecimento, para que esse assunto seja o ponto principal de discussões. Lutar para buscar soluções.

Fonte – UNICEF

Ana Farias postou isto no dia 06 de julho de 2014.


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