diario 2014

Não fizemos o nosso Diário Voluntário em Novembro, e pedimos desculpa por isso. Não esquecemos essa coluna, nunca que isso aconteceria, apenas não tínhamos nada que criasse uma boa história para compartilhar. E nesses dois meses podemos unir alguns acontecimentos e montar uma bela história. Não iremos citar nenhum nome hoje, mas realmente vivemos o que estamos contando.

É engraçado quando você vivencia algo que você estuda no ‘mundo real’ e percebe que realmente aquilo que está nos livros existe. Pode existir um lado positivo sobre isso, pode existir um negativo e é sobre esse que estaremos falando hoje. Nós sabemos que em uma família todos possuem direitos e deveres, não importa a idade. No entanto, quando falamos das crianças e adolecentes é preciso lembrar que elas possuem seus direitos defendidos por um estatuto (ECA).

Nenhuma lei funciona totalmente, temos aquelas que nem são colocadas em prática, mas temos direitos básicos que precisam ser atendidos, independente da situação. Quando começamos as nossas visitas percebemos que seja em asilos, há pessoas que estão ali por amor aos órfãos ou idosos. A situação pode ser diferente, mas boa parte dos que vivem por lá foram abandonados em algum momento ou retirados da família por denúncias de algum tipo violência, por exemplo.

Já é errado você ter conhecimento de violência contra mulher. Existe lei de proteção para elas. É errado violência contra o idoso. Existe um estatudo para eles, só assim foi possível um aumento significativo com relação as responsabilidades com os idosos. Existe um mais antigo, dedicado à crianças e aos adolescentes, que faz com que TODOS tenham seus direitos realmente atendidos. Todas essas infrações são erradas e devem ser punidas quando são infrigidas. Nunca presenciei nenhuma violência real com idosos, por exemplo, o mesmo já não posso dizer quanto à maus tratos. Já vi cuidadoras e filhos cometerem maus tratos verbais, princialmente, com idosos.

Quanto às crianças, graças a Deus nunca presenciei nada, mas parte desse quebra-cabeça de direitos e deveres com eles eu presenciei sim. Não sei se posso dizer que é considerado maus tratos, se encaixa mais negligência, quando pais deixam de dar medicamentos para os filhos em meio um tratamento, não por estarem com algum problema pessoal ou psicológico, e sim por optarem não dar. Como se já não fosse o suficiente uma criança ou adolescente ter que passar anos em um tratamento buscando a cura para a sua doença, ainda encontramos por ai alguns que ainda precisam mostrar um amadurecimento maior que os próprios pais. Triste.

Pelo menos, sempre que encontramos uma pessoa assim… encontramos outras várias que são o oposto, que buscam o bem. E enquanto for assim, estamos no caminho certo!

Ana Farias postou isto no dia 08 de dezembro de 2014.


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