diario sgffc

Ser 100% compatível. Ouvir isso de uma mãe no refeitório pode trazer um sorriso para o nosso rosto, mas aquele que vemos no rosto da mãe ao compartilhar a história com você é algo que não tem preço. Não lembro se em algum momento eu já citei a história da Dani aqui, mas compartilhar com vocês a primeira experiência que eu tenho em acompanhar o processo de um transplante.

Resumindo, a Dani vem lutando contra a leucemia faz um tempo já e desde então, sem perder o sorriso, realiza todos os exames uma, duas, três vezes. Faz seus blocos de quimio. Muda remédios. Diante de tudo isso nem a Dani, nem sua família desistem, ao contrário agradecem. É um obrigado diferente, é um obrigado por ter a oportunidade de realizar o tratamento e ainda poder ter contato com a família.

Ter uma família presente muda bastante coisa, fortalece. Quando suas irmãs fazem testes e descobrem que são 100% compatíveis um alívio surge. Sabemos o quanto é difícil arranjar um doador, ainda que existam diversas campanhas de doação de medula. Agora a bateria de exames deixa de ser exclusiva da Dani e estende-se às suas irmãs. Esperamos os resultados. Detalhes são acertados e o transplante por fin é marcado.

Dizer isso para vocês me deixa feliz, imagina a felicidade da família dessa princesa? Dani é uma das milhares de crianças que estão esperando por transplante. NUNCA ESQUEÇA DISSO. Nós podemos fazer a diferença nos colocando no banco de doadores, ou simplesmente compartilhando campanhas de doação. Ajude… acredite você pode fazer a diferença e trazer sorrisos para o mundo com isso. 

Ana Farias postou isto no dia 14 de julho de 2014.


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