Selena Gomez Gets A Visit From Her New Baby Sister During Her Lunch Break

Se existe desigualdade, existir mortalidade é quase que uma consequência direta. Ainda que os países da América Latina e do Caribe tenham reduzido significativamente a mortalidade materna e infantil ao longo das últimas duas décadas, muitas mães e crianças continuam a morrer de causas evitáveis. As mortes acontecem principalmente nas populações de baixa renda e marginalizadas.

Para abordar esse problema, uma conferência de alto nível está sendo organizada por sete agências internacionais, nos dias 10, 11 e 12 setembro, na cidade do Panamá. O grande objetivo dessa conferência, mobilizar toda a região da América Latina e o Caribe, para assim conseguirmos reduzir rapidamente as disparidades que contribuem para a mortalidade materna e infantil. Ao mesmo tempo, fortalecer a cooperação regional para melhorar a saúde de mães e crianças ao longo dos próximos anos.

A conferência, “Uma promessa renovada para as Américas: Reduzir as iniquidades em saúde reprodutiva, materna e infantil”, será um fórum regional para celebrar os sucessos; revisar as tendências em saúde reprodutiva, materna, da criança e do adolescente nas Américas; e identificar as principais intervenções e abordagens para a superação das iniquidades em saúde.

A mortalidade materna caiu 42,9% nas Américas entre 1990 e 2010. Mas os declínios em mortes maternas variam substancialmente entre os países e entre grupos sociais, por exemplo, dentro dos países. Um belo e visível exemplo dessas taxas de mortalidade é a gravidez na adolescência, as adolescentes de baixa renda têm um risco maior de morrer de causas relacionadas à gravidez do que as adolescentes dos grupos mais privilegiados. O mesmo acontece quando o assunto é mortalidade infantil. Embora tenha havido um declínio de 57,2% na mortalidade infantil entre 1990 e 2010, as crianças de famílias de baixa renda ainda têm cinco vezes mais probabilidade de morrer antes dos 5 anos do que aquelas de famílias de renda mais alta.

Vocês lembram que o UNICEF tem uma campanha de 5th Bday? Chegamos a fazer uma campanha de fotos de Selenators aos cinco anos, lembram? Essa campanhas como essas precisam ser divulgadas e compartilhadas, pelo simples fato: a maioria dessas mortes é evitável. Um dos grandes ideais dessa conferência é que os participantes assinem a “Declaração do Panamá”, renovando seu compromisso com a redução das desigualdades em saúde materna e infantil.

Essa conferêcia regional vem no seguimento de uma iniciativa global lançada em 2012 por representantes de mais de 80 países, bem como organizações da sociedade civil, que fizeram um chamado à ação pela sobrevivência infantil. Vamos fazer a nossa parte de não só divulgar essas campanhas, mas também cobrar mudanças.

Fonte.

Ana Farias postou isto no dia 08 de setembro de 2013.


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