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Continuando a nossa semana sobre educação.. já falamos sobre inclusão e agora é hora de analisar como o nosso acesso as tecnologias estão afetando a educação das crianças e jovens de hoje. As influências podem ser negativas, mas muitas delas podem sim ser positivas.

Um bom exemplo, universidades que oferecem cursos especializados e até mesmo o curso integral de forma online. Se toda a tecnologia atual nos proporciona a cada dia novas tecnologias de graça, porque não usar isso de uma forma mais eficiente? Essa é a ideia principal, com tanta tecnologia a nosso dispor profissionais mais solidários sentem-se na obrigação de disponibilizar educação para todos. É claro que há pontos que só uma educação presencial é capaz de oferecer, como as interações com as pessoas. Por isso fica a nossa dúvida, a opção online é positiva ou não?! Na nossa opinião é, porque proporciona o ensino aos que não podem dedicar o tempo ‘fixo’ da universidade na sua rotina. Cursos e faculdades onlines permitem que o aluno estudo no seu tempo livre, da maneira que for mais cômoda.

A questão básica… A tecnologia está pronta para entrar na vida de crianças e adolescentes? Vídeos com explicações de determinadas matérias podem facilitar o aprendizado, mas não podem ser a maneira principal de aprender. Crianças precisam interagir, trocar conhecimento e isso só é possível quando existe relação pessoal, sem contar que o papel do professor é muito importante. Sabemos que hoje com tantas facilidades, mesmo em um situação financeira menos favorecida, muitas crianças já possuem acesso à tecnologias, como: celulares, tablets, mp3. Todo esse acesso precisa ser combinado de uma forma neutra e estável, as tecnologias entram para somar conhecimentos e não para deviá-lo. As crianças e jovens precisam ver essas tecnologias como ferramenta de reforço, e não distração; sabemos que é difícil, mas precisamos deixar claro que existe hora para tudo e se podemos ter acesso à tecnologias em horário escolar é para que acrescente-se informações aos estudos e não que traga desvio de atenção.

Com esse fluxo constante de informações que se estabeleceu, a ideia de um professor falando sozinho para uma sala quieta faz cada vez menos sentido. Porém, essas novas ideias de inclusão da tecnologia ainda estão nascendo e tentando mostrar que a mudança é possível. É muito cedo para dizer que algum desses caminhos é o certo, mas todas as experiências já utilizadas mostram que com moderação e equilíbrio é possível.

Fonte.

Ana Farias postou isto no dia 30 de outubro de 2013.


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