Publicado por Ana Farias em 27.fev.2018

Amando ao próximo

Pensando na forma em que nós chegamos até aqui, é fácil acreditar que o talento de alguém pode salvar vidas ou pelo menos dar sentido à ela, certo?

Quase 80% das pessoas que nos acompanham é fã de alguém, e se essa pessoa está inserida no mundo de fã clubes, já ouviu histórias de que a arte de alguém (seja música, atuação ou dança) deu sentindo a vida de uma pessoa, ajudou quando ela mais precisava.

Atire a primeira pedra quem não tem uma música que lhe proporcione um sorriso ou que traga esperança. Ser fã é bem isso, e não é porque somos Selenators será a Selena que irá iluminar o nosso caminho sempre, pode ser que sim, pode ser que não. O importante é que sabemos que em algum momento, quando a gente realmente precisa, algo dela ou de algum outro artista vai estar ali para ajudar a gente.

Se olharmos agora ao nosso redor, vamos ver uma tecnologia avançada, opções infinitas de se ajudar pessoas. Mas, ainda sim, a arte, a música, a interpretação, continua sendo usada como forma de unir as pessoas e ajudar de forma concreta aos que precisam.

Refleti sobre isso ao ouvir e ver a repercussão de “Mi gente” além de ser contagiante, tem como intuito arrecadar fundos para ajudar instituições dos países atingido pelo furacão, que assolou países Latinos no fim do ano. Vários famosos participaram do vídeo clipe e mostraram que a barreira entre os países, línguas e interesses, podem ser quebrados quando se têm as pessoas em primeiro lugar.

– Mich

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